Hoje é o Dia Mundial de Combate à Aids

É celebrado, nessa quarta-feira (01/12), o Dia Mundial de Combate à Aids. Segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), atualmente existem cerca de 33 milhões de pessoas infectadas no mundo. Como a Aids ataca principalmente o sistema imunológico, as terapias alternativas podem ser importantes aliadas no tratamento da doença. Além de ajudar a fortalecer as defesas do organismo, podem recuperar a vitalidade e até combater o sentimento de medo e rejeição, algumas vezes despertados nos portadores.

De acordo com a terapeuta holística Solange Lima, as técnicas mais indicadas para pessoas soropositivas são as vibracionais, ou seja, aquelas que exigem o mínimo de interferência fisiológica. Alguns exemplos de métodos que podem ser utilizados são a Cromoterapia, que utiliza a aplicação terapêutica das cores, a Aromaterapia, que trabalha com óleos essenciais, ou o Reiki, que energiza o corpo por meio do toque das mãos. "Uma sessão de Reiki pode ser aliada ao poder das cores, trazendo equilíbrio físico, mental e emocional", explica.

No entanto, a naturóloga Kátia Leite acredita que o uso de métodos alternativos em pacientes soropositivos deve levar em consideração o grau de manifestação da doença. O portador de HIV pode se beneficiar de todas as terapias, desde que receba os devidos cuidados. "Antes de fazer um tratamento com medicamentos fitoterápicos, por exemplo, é preciso ter certeza de que não haverá nenhuma interação negativa com os remédios tradicionais que a pessoa ingere. Já aplicação da massoterapia pode ficar mais restrita para quem apresenta problemas de pele", ensina.

Além disso, exercícios respiratórios, meditativos e práticas corporais também auxiliam a pessoa a viver de modo mais equilibrado e saudável. "Hoje é possível conviver com a Aids sem uma expectativa de dor e sofrimento, mas sim de respeito aos limites, dedicação e cuidado. É possível ser um soropositivo equilibrado e feliz, da mesma forma que tantos diabéticos que convivem saudavelmente com a doença", compara Kátia.

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