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Rebeca Andrade, ouro histórico no salto nos Jogos Olímpicos de Tóquio

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A ginasta Rebeca Andrade, de 22 anos, fez história mais uma vez: ela  levou ouro no salto da ginástica artística neste domingo (1)  e se tornou a primeira mulher brasileira a vencer duas provas na mesma edição dos  Jogos Olímpicos . A atleta de Guarulhos, na Grande São Paulo, teve  média 15,083 pontos  e deixou para trás as favoritas norte-americanas.  A brasileira foi a única a conseguir média acima de 15,000.  A americana Mykayla Skinner fez 14,916 e ficou com a prata. Já o bronze foi para a sul-coreana Seojeong Yeo, com 14,733. Rebeca  Andrade já venceu a prata no individual geral e se tornou a primeira brasileira medalhista olímpica na ginástica artística . Ao som do funk "Baile Favela", ela marcou 57,298 pontos na prova, atrás apenas da americana Sunisa Lee, que marcou 57,433 pontos. A ginasta brasileira que hoje compete pelo Flamengo tem mais uma chance de medalha. Ela compete a final do solo na segunda-feira (2), uma de suas melhores provas. Comemoração "

ENEM 2020: algumas redações nota mil

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  No Exame Nacional do Ensino Médio ( Enem ) 2020,  28 candidatos tiraram nota mil na redação,  segundo o  Inep . Temas da redação Foram três versões do Enem 2020. Os temas foram os seguintes: Enem impresso (1ª aplicação): “ O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira” Enem impresso (reaplicação e PPL): " A falta de empatia nas relações sociais no Brasil " Enem digital: " O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil " Confira, abaixo, algumas das redações que tiraram nota 1000 no Enem 2020 sobre “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. Em seguida, a transcrição do texto completo. Redação nota 1.000 de Isabella Gadelha, PA "Nise da Silveira foi uma renomada psiquiatra brasileira que, indo contra a comunidade médica tradicional da sua época, lutou a favor de um tratamento humanizado para pessoas com transtornos psicológicos. No contexto nacional atual, indivíduos com

"Não há meritocracia sem direitos iguais": o desabafo do jovem que ficou famoso ao passar em Medicina estudando sem luz elétrica

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O jovem morador de uma comunidade quilombola de Antônio Cardoso, na Bahia, realizou seu grande sonho: começou a cursar Medicina na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, depois de quatro anos tentando ser aprovado no curso. "Estudei. Resisti. Consegui", escreveu Matheus em seu Instagram para comemorar. Com isso, Matheus se tornou uma espécie de minicelebridade. Ele tem dado entrevistas praticamente diárias a respeito de como conseguiu tirar a nota quase máxima na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ser aprovado em um curso concorrido de uma universidade federal, mesmo tendo estudado por conta própria, em uma casa sem energia elétrica e sem acesso à internet. Mas a fama tem sido agridoce, diz Matheus. Ele diz que é bom poder servir de exemplo para outros que estudam em condições adversas e que não se acham capazes de chegar à faculdade. Mas não quer ver sua história de vida e seu esforço usados para exaltar a meritocracia e por quem critica um suposto

A trajetória de Rebeca Andrade: da periferia de Guarulhos à prata nas Olimpíadas

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  Não tem trilha melhor para a medalha olímpica de Rebeca Andrade do que o Baile de Favela. É a cara da brasileira de 22 anos, que cresceu na periferia de Guarulhos, deixou a casa da mãe aos 9 anos para se dedicar ao esporte e superou três lesões graves no joelho antes de vencer o individual geral das Olimpíadas de Tóquio nesta quinta-feira. E olha que a ginasta pensou em desistir diante das dificuldades da recuperação das cirurgias. Sorte do Brasil que a mãe Rosa Santos não deixou, foi o pilar para a filha não perder o gingado e encantar o mundo com a prata no Japão. Os primeiros passos - na garupa do irmão A história de Rebeca Andrade é parecida com a de muitos brasileiros. Ela vem de uma família humilde da periferia de Guarulhos. Com o emprego de doméstica, Dona Rosa sustentava os oito filhos em uma casa de um cômodo onde todos dormiam, e banheiro do lado de fora - graças à ginástica de Rebeca, a família vive em uma casa mais confortável hoje. Por incentivo de uma tia, Rebeca en

Keno Marley, natural de Conceição do Almeida, avança para as quartas de final no boxe na Olímpiada de Tóquio

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Natural da cidade de Conceição do Almeida, Recôncavo baiano, com 21 anos de idade,  Keno Marley derrotou o chinês Daxiang Cheng, nesta quarta-feira (28), em Tóquio. A vitória garantiu a  presença do atleta brasileiro nas quartas de final da categoria meio-pesado (até 81 quilos) no boxe dos Jogos Olímpicos.  A luta chegou a  ser paralisada no segundo round, depois que o lutador asiático sofreu um corte no supercílio direito por causa de uma cabeçada. A vitoria do baiano acabou acontecendo nos pontos. Os cinco jurados apontaram Keno como vencedor: 20 a 18 (quatro vezes) e 20 a 17. A vitória mantém Keno na briga por uma medalha na sexta-feira (30). A próxima luta vale uma vaga na semifinal. No boxe, não há disputa de terceiro lugar e os dois atletas derrotados nas semifinais ficam com o bronze. Seu adversário será o britânico Banjamin Whittaker, atual vice-campeão europeu e terceiro no último campeonato mundial. Fonte: https://www.metro1.com.br/noticias/esportes/109815,baiano-keno-marley

Medalha de Ítalo é 31º ouro do Brasil em Jogos Olímpicos

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  O potiguar Ítalo Ferreira fez história em 27/07 ao ganhar o ouro olímpico no surfe masculino na Olimpíada de Tóquio 2021. A medalha não foi apenas a primeira do Brasil nesses Jogos — ela foi também a primeira da história da competição em Olimpíadas, já que o surfe fez em Tóquio a sua estreia olímpica. De origem humilde, Ferreira começou surfando na tampa do isopor usado pelo pai para guardar os peixes que eram vendidos a restaurantes da praia em Baía Formosa (RN), onde o surfista mora até hoje. A medalha de Ferreira foi a 31ª de ouro do Brasil em Jogos Olímpicos. Em 125 anos de era moderna das Olimpíadas, a trajetória do Brasil no topo do pódio é recente. A primeira medalha de ouro foi conquistada nos primeiros jogos olímpicos em que houve participação de atletas brasileiros, em 1920 na Antuérpia (Bélgica). O atirador do exército brasileiro Guilherme Paraense (1884-1968) conquistou o ouro na pistola rápida (o Brasil também conquistou uma prata, com Afrânio Costa, e um bronze, c