Governador da Bahia condena greve de PMs

O  governador da Bahia, Jaques Wagner, tentou tranquilizar a população do estado em cerca de trĆŖs minutos de pronunciamento oficial, transmitido pelas emissoras de rĆ”dio e TV por volta das 20h15 desta sexta-feira (3). “A democracia Ć© o impĆ©rio da lei. NĆ£o podemos conviver com esse movimento jĆ” considerado ilegal pela JustiƧa baiana, alĆ©m dos 12 mandados de prisĆ£o que jĆ” foram emitidos”, diz. "NĆ£o aceito que um pequeno grupo, de forma irresponsĆ”vel, cometa atos de desordem para assustar a nossa população", relata.
Ele reafirmou a “intranquilidade” vivida nos Ćŗltimos quatro dias, que tem resultado no fechamento antecipado do comĆ©rcio, violĆŖncia na rotina do trĆ¢nsito e contra a população. “Estamos tomando providĆŖncias para conter aƧƵes de um grupo de polĆ­cia usando mĆ©todos condenĆ”veis e difundindo o medo na população, causando desordem”, afirma.
Em seguida, Jaques Wagner citou a presença dos soldados das Força Nacional e do Exército para reforço de segurança estadual. Ao todo, jÔ estão presentes 2.350 soldados do Exército, Marinha e AeronÔutica e, no sÔbado (4), mais 600 devem ser acrescentados ao efetivo. O governador também ressalvou que pratica o diÔlogo constante para melhorias das condições de trabalho das polícias e agredeceu a presidente Dilma Rousseff por apoiar o deslocamento do contingente militar.
"O governo estÔ sempre aberto à negociação. Foi com democracia que garantimos conquistas importantes como o aumento do salÔrio, a compra de três mil viaturas e a incorporação de mais nove mil homens ao efetivo da Polícia Militar. Apesar de tudo, sei que não estamos na situação ideal e vou continuar trabalhando para melhorias das condições de trabalho das polícias da Bahia".

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