sábado, 20 de julho de 2019

Dialogando com a turma da Terapia Comunitária da cidade de Governador Mangabeira



No dia 13/07/2019, na turma de Terapia Comunitária Integrativa da cidade de Governador Mangabeira, aconteceu um diálogo acerca da temática: Nossas Raízes Culturais: um olhar antropológico e histórico. O diálogo foi coordenado pelo professor Borges, a convite da irmã da Santa Cruz – Ana Helena do Vale, responsável pela execução das atividades da citada turma.

Durante a atividade, Borges discutiu com a turma conceitos essenciais como Terapia Comunitária, Antropologia e Cultura, também enfatizou as influências dos índios, portugueses e negros para a formação do povo brasileiro, além da contribuição desses povos em muitos aspectos culturais, sociais e econômicos da vida dos brasileiros. Além disso, buscou entender a ideia da Terapia Comunitária, a partir de algumas passagens bíblicas.

Segundo Barreto (2010), a Terapia Comunitária – é um espaço de promoção de encontros interpessoais e intercomunitários, objetivando a valorização das histórias de vida dos participantes, o resgate da identidade, a restauração da autoestima e da confiança em si, a ampliação da percepção dos problemas e possibilidade de resolução a partir das competências locais.

Através das dinâmicas vivenciais, a Terapia Comunitária, propõem-se uma reflexão sobre os seis pilares da autoestima, segundo Nathaniel Branden, que são: viver conscientemente, autoaceitação, autoresponsabilidade autoafirmação, intencionalidade e integridade pessoal.

Conforme as informações da irmã Ana Helena, essa já e a segunda turma da Terapia Comunitária que funciona no município de Governador Mangabeira, turma essa que está composta por 30 alunos de vária cidades do Recôncavo e de Salvador, sendo o público alvo profissionais de áreas de saúde, educação ou qualquer pessoa maior de 21 anos que tenha interesse de participar. Ana Helena, ainda salienta que as aulas acontecem no segundo final de semana de cada mês, duração de 6 seis meses. Após a conclusão das atividades, os participantes recebem um certificado, emitido pela ABRATECOM - Associação Brasileira de Terapia Comunitária, para qual os alunos realizam uma contribuição financeira mensal volta para esse fim.

Assim, “nós da comunidade paroquial de Governador Mangabeira, fazemos a dois anos essa experiência, que levantou muitas vidas e deu novo ânimo na caminhada humano/espiritual. O curso é uma Bênção para todos nós, e somos gratos a Deus e toda a equipe que se coloca à disposição para nos ajudar”, enfatizou a Irmã da Santa Cruz - Ana Helena do Vale.

“Agradeço ao convite da Irmã da Santa Cruz para realizar esse significativo diálogo com os participantes da turma de Terapia Comunitária, um momento rico em trocas de experiências, integração, alegria e afetividade, certamente uma atividade que contribui para a pessoa melhor se conhecer e, então elevar sua autoestima, viver de forma feliz e contribuir, também para a felicidade do próximo”, salientou professor Borges.

Fonte: 
Barreto, Adalberto de Paula. Terapia Comunitária – passo a passo. Fortaleza: LCR, 2010.
http://www.irmasdecaridadedasantacruz.com.br/. Acesso em 19/07²019

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1 comentários:

  1. Parabéns, foi muito proveitoso participar do curso e sentir a interação da terapia com enfatisando a dor do outro; com a fala e a escuta.

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