terça-feira, 19 de novembro de 2019

Mulheres Negras no Brasil: resistência, protagonismo e empoderamento foi o tema do Projeto Consciência Negra 2019 do CEPES

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Entre os dias 12 a 14 de novembro de 2019, o Colégio Estadual Professor Edgard Santos (CEPES), localizado na cidade de Governador Mangabeira, realizou a culminância do Projeto da Consciência Negra, com a temática: Mulheres Negra no Brasil: resistência, protagonismo e empoderamento. As atividade tiveram início na noite de terça-feira (12) com as turmas do noturno, no anexo do CEPES, que funciona no distrito de Quixabeira no prédio do CEPAV, já as turmas do diurno se apresentaram na quarta (13) e na quinta (14) na quadra do CEPES.
O projeto foi dividido em duas etapas: na primeira, cada turma escolheu uma mulher negra para ser estudada, sendo essa pesquisa apresentada em sala de aula em forma de seminários e vídeos, através desse conteúdo produzido um banner que foi exposto nas datas mencionadas acima, já na culminância cada turma apresentou algo artístico vinculado a mulher negra escolhida. Além dessas mulheres do cenário nacional, estadual e regional, cada sala homenageou uma mulher negra local com o Troféu Mulheres Negras CEPES 2019. O encerramento das atividade aconteceu através do desfile das belezas negras do CEPES, esse ano uma dupla feminina.
Vale ressaltar, que o evento foi patrocinado pela Secretaria Estadual de Educação, também contou com o apoio de outras instituições e pessoas, a exemplo da SEPROMI, FAMAM, ASCOOB, ASCULT, Projeto Social Portão Aberto Secretarias de Educação Municipal, Celio Gomes, vereador Gal Menezes e outras. Além da presença maciça dos estudantes, professores, funcionários, estagiários da UFRB, o evento contou com a presença do senhor Hernani de Oliveira – diretor do NTE 21 e outras autoridades locais, sendo a coordenação das atividade realizada pela área de Ciências Humanas, como o apoio dos demais professores, a direção, funcionários, ex-alunos e alunos do CEPES.
“Agradecemos a todos e a todas que contribuíram para a realização do Projeto Consciência Negra 2019 do CEPES, principalmente aos estudantes pelas qualificadas pesquisas e apresentações artísticas de cada mulher negra, bem como aos professores pela eficiente coordenação de cada apresentação, também parabenizamos as mulheres locais que receberam a justa homenagem com o Troféu Mulheres Negras CEPES, bem como as instituições e pessoas que apoiaram o nosso evento. O nosso muito obrigado, salientaram a direção do CEPES e os professores da área de Ciências Humanas.

Turma
Mulher Negra Estudada
Troféu Mulher Negra CEPES
1º AM
Djamila Ribeiro
Kátia Maria dos Santos Barbosa
1º BM
Negra Li
Diana Souza Santos
1º CM
Dalva Damiana
Terezinha Conceição do Amor Divino
1º DM
Margarete Menezes
Martinha da Rocha
1º EM
Marta (jogadora de futebol)
Jailane de Assis Araújo
1º FM
Domingas da Paixão
Márcia Conceição do Amor Divino
1º AV
Iza
Edilene Silva Cardoso
1º BV
Formiga (jogadora de futebol)
Maria Regina Costa dos Santos
1º CV
Mariele Franco
Maria das Graças Nogueira Ribeiro
1º DV
Maria Júlia Coutinho
Denise da Silva Rocha
2º AM
Dandara de Palmares
Daniela da Silva Rocha
2º BM
Tia Ciata
Simone Nascimento da Silva
2º CM
Maria Filipa
Alaíze dos Santos Conceição
2º DM
Maria Firmina
Maria de Lurdes Ferreira da Silva
2º EM
Tereza de Benguela
Jucineide dos Santos Conceição
2º AV
Chica da Silva
Domingas Souza da Paixão
2º BV
Chiquinha Gonzaga
Maria São Pedro da Silva Fiuza
3º AM
Ruth de Souza
Josefa Santos da Silva
3º BM
Leci Brandão
Gerônima do Espírito Santos
3º CM
Elza Soares
Marília Paixão
3º DM
Glória Maria
Celina Maria da C. do Amor Divino
3º EM
Jovelina Pérola Negra
Alcídia Santana dos Santos
3º AV
Clara Nunes
Doralice da Silva Rocha
3º BV
Carolina Maria de Jesus
Cândida Pereira dos Santos
1º AN
Caliane Costa
Maria das Graças J. S. Menezes
2º AN
Carolina Maria de Jesus
Jozeane Vieira Sodré Oliveira
3º AN
Ânila Fratélis
Joanice da Cruz
Eixo VI A (sede)
Preta Gil
Nadiane Santana de Andrade da Silva
Eixo VI A (sede)
Valdineide Souza
Maria das Graças Lopez
Eixo VI A (anexo)
Jailane Araújo
Noemia Nascimento da Silva
Eixo VI B (anexo)
Alaize Conceição
Dalvina de Souza Santos
Eixo VII (sede)
Valdecira Aragão
Valdecira Aragão
Eixo VII (anexo)
Ana Carolina Cardoso
Elenilda Fiuza Conceição

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sábado, 26 de outubro de 2019

Professora da Rede Municipal de Governador Mangabeira, lança livro durante a FLICA

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A professora JANETE MARQUES, lançou hoje (26/10/19) na 10ª edição da Feira Literária de Cachoeira (FLICA), no auditório da Fundação Hansen Bahia, o livro infantil intitulado de: Um livro pra Nini... Um livro pra Nana..., inspirado na relação de suas duas filias (Nini e Nana) com a leitura, sendo as ilustrações do cartunista Daniel Teodorio dos Santos (Dany).
Com um texto bem articulado, Marques apresenta como deve ser um livro para uma adolescente, representada pela personagem Nini, bem como, um livro para uma criança, representada por Nana. Nesse sentido, a narrativa é fundamentada na sua convivência familiar com suas filhas e a relação desenvolvida por elas com a leitura. O rico texto, ganha maior expressão com as qualificadas ilustrações do artista Dany. Assim, a autora destaca que:
“Um livro pra Nini tem que ter mais palavras do que imagens. Tem que ser grosso e demorar muito pra chegar ao fim” (MARQUES, p. 6, 2019).
Os livros de Nana tem frases curtinhas que ficam juntinhas com muitas ilustrações, mas tem alguns que nem precisam de palavras pra contar história. As imagens são as narradoras”. (MARQUES, p. 7, 2019).
No decorrer do livro, a autora apresenta outras características dos livros que são lidos por Nini e Nana, bem como destaca a maneira que as personagens se apropriam da leitura. Assim, encerra sua relevante produção de incentivo à leitura na infância e adolescência, destacando que: “Nini e Nana são bem diferentes, mas o que elas mais gostam é de ganhar livros de presentes” (MARQUES, p. 18, 2019).
Janete Marques é licenciada em História pela Universidade Federal do Recôncavo Bahia – UFRB, atualmente é professora da educação infantil da Escola Vovó Dedé, localizada no bairro do Portão, município de Governador Mangabeira, também desenvolve outras atividades pedagógicas relacionadas as questões étnico-raciais.
Ainda, durante o evento, Janete Marques prestou uma homenagem a escritora Odelita Figueiredo e ao cartunista Dany. Salientando, que o livro foi publicado pela Scortecci Editora (São Paulo), sendo comercializado pelo valor de R$ 30,00 (trinta reais).
“Parabenizo a Janete Marques pelo lançamento do seu livro, uma rica produção que demonstra a importância da leitura para as crianças e adolescentes. Além disso, evidencia a inserção de uma professora negra em uma espaço até então recheado de preconceitos e estereótipos. Sem dúvidas, a conquista de Janete, torna-se uma marco para a educação mangabeirense e do Recôncavo, algo digno de aplausos, elogios e parabéns”, salientou professor Borges, que esteve presente no lançamento do livro, juntamente com sua esposa – Mirian Flores.
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domingo, 13 de outubro de 2019

Irmã Dulce: primeira santa brasileira

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Irmã Dulce já é santa. Às 5h33 do Brasil, o Papa Francisco leu, no Vaticano, a fórmula da canonização que transforma a baiana na primeira santa brasileira. Em Salvador, no Santuário de Irmã Dulce, na Cidade Baixa, fiéis que fazem desde ontem vigília celebraram o momento. A partir de agora, ela passa a ser conhecida como Santa Dulce dos Pobres. 
A cerimônia de canonização acontece na manhã deste domingo na Praça de São Pedro, no Vaticano, com presença de milhares de fiéis. O ritual acontece em missa celebrada pelo Papa que começou às 5h10 (horário de Brasília). Uma liturgia específica para canonizações acontece na cerimônia, que começou com cantos iniciais e a saudação do papa. Logo depois, o cardeal Angelo Becciu, prefeito da Congregação das Causas dos Santos, fez o pedido formal ao papa para que Irmã Dulce e outros quatro beatos sejam considerados santos.
O cardeal Becciu leu então uma curta biografia de cada beato. Depois, o pontífice os declarou santos - Irmã Dulce foi o quarto dos cinco nomes a ser proferido. 
Além da baiana, também foram canonizados: o britânico John Henry Newman (1801-1890), a italiana Giuseppina Vannini (1859 -1911), a indiana Mariam Thresia Chiramel Mankidiyan (1876 -1926) e a suíça Marguerite Bays (1876 -1926). 
Conhecida de maneira popular como Anjo Bom da Bahia, Irmã Dulce foi uma religiosa com trajetória fortemente marcada pelo trabalho social.
Do Barbalho ao Vaticano
Segunda filha do dentista Augusto Lopes Pontes, professor da Faculdade de Odontologia da Ufba, e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes, Maria Rita aprendeu a admirar o futebol (era torcedora do Esporte Clube Ypiranga) nas idas dominicais ao campo da Graça.
Afrontou e se aproximou de poderosos. Em nome dos seus pobres, intimidou políticos com sua voz firme, mas que falhava em função dos problemas de saúde que acometiam desde os anos 1940 o corpo de 1,47m e pouco mais de 45kg.
Não foi unanimidade. Incomodou a própria Igreja Católica - desde os anos 1930 quando fundou o Centro Operário da Bahia (COB), com a ajuda de operários e o frei alemão Hildebrando - para criar as bases da maior rede de assistência gratuita do Brasil.


Suas obras começaram quando ela invadiu um galinheiro do convento, em 1949, e hoje atende 3,5 milhões de pessoas por ano gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Foi, por dez anos, abandonada pelas irmãs da sua congregação religiosa que temiam o endividamento provocado por Dulce para erguer sua obra.
Na sua missão atuou como porteira, técnica de raio X, professora, cuidadora de idosos… Fez de tudo para aplacar a dor de seus doentes. Nos momentos em que precisava ser ouvida, já quando a saúde não permitia, pegava um pequeno apito amarelo para pedir silêncio. “Isso acontecia muito quando tinham muitas crianças do Centro Educacional Santo Antônio apertando a mente dela. Ela era uma santa, mas também era muito rígida quando precisava” , recorda Valquíria Cardoso, técnica em enfermagem que cuidou de Dulce até o dia da sua morte. Pelas mãos de Valquíria tomava colheradas de Coca-cola e comia quiabada.
LINHA DO TEMPO DA VIDA DA SANTA DULCE DOS POBRES
26 de maio de 1914 - Nasce Dulce dos Pobres
Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu na rua São José de Baixo, 36, no bairro do Barbalho, na freguesia de Santo Antônio Além do Carmo, cidade de Salvador, Bahia, Brasil. Filha do cirurgião dentista Dr. Augusto Lopes Pontes e D. Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes.

13 de dezembro de 1914 - Batismo
Irmã Dulce é batizada na igreja de Santo Antônio Além do Carmo.

6 de junho de 1921- Perda precoce
Morre D. Dulce, sua mãe, aos 26 anos de idade.

1922 - Celebração religiosa
Junto com seus irmãos Augusto e Dulce faz a primeira comunhão, na Igreja de Santo Antônio Além do Carmo.

1927 - Interesse
Manifesta pela 1ª vez o interesse pela vida religiosa. Por esta época já atendia doentes no portão de sua casa, na rua da Independência, 61, no bairro de Nazaré, em Salvador. Antes, viveu no Barbalho.

1929 - Primeiro contato
Conhece no Convento de Nossa Senhora do Desterro, a Irmã Rosa Schüller que pela 1ª vez lhe falou sobre a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.

14 de fevereiro de 1929 - Foi matriculada na Escola Normal da Bahia, no 1º ano do curso de professora.

20 de agosto de 1932 - Confirmação
Recebe o sacramento da crisma das mãos do Arcebispo D. Augusto Álvaro da Silva.

9 de dezembro de 1932 - Formatura
Forma-se professora pela Escola Normal da Bahia (atual ICEIA).

15 de janeiro de 1933 - Irmã Lúcia
Faz a profissão de Terceira Franciscana, recebendo o nome de Irmã Lúcia.

8 de fevereiro de 1933 - Mudou-se para Sergipe
Ingressa na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, em São Cristóvão, Sergipe.

13 de agosto de 1933 - Irmã Dulce
Recebe o hábito de freira das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus. Em homenagem à mãe, recebe o nome de Irmã Dulce.

15 de agosto de 1934 - Emite sua Santa Profissão de votos simples temporários de Noviciado.

Setembro de 1934 - Trabalho no Hospital Espanhol
Vem para Salvador, trabalhar na abertura do Hospital Espanhol, em companhia das Irmãs Tabita e Capertana, exercendo as funções de enfermeira, sacristã, porteira e responsável pelo raio X.

1935 - Anjo dos Alagados
Inicia a assistência à comunidade carente, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que se consolidara na parte interna do bairro de Itapagipe, além de começar a atender os operários que eram numerosos naquele bairro, criando um posto médico que teve em Dr. Bernadino Nogueira, seu primeiro colaborador e diretor. Por esta época a imprensa começa a chamá-la de Anjo dos Alagados.

Fevereiro de 1935 - Professora no Colégio Santa Bernadete
Passa a ensinar no Curso Infantil e lecionar Geografia e História no Colégio Santa Bernardete, no Largo da Madragoa, pertencente à sua Congregação.

Junho de 1935 - Trabalho com operários
Começa a trabalhar com os operários da Península Itapagipana.

6 de dezembro de 1935 - Inaugura uma biblioteca para os operários da Fábrica Penha, em Itapagipe.

11 de novembro de 1936 - União Operária São Francisco
Funda a União Operária São Francisco, primeira organização operária católica da Bahia, com os operários Ramiro S. Mendonça, Nicanor Santana e Jorge Machado.

1937 - Nasce o Círculo Operário da Bahia
A União Operária São Francisco se transforma no Círculo Operário da Bahia (COB).

1937 - Cinemas
Ajuda a fundar os cinemas Plataforma, São Caetano, cuja renda contribuía para a manutenção do Círculo Operário da Bahia.

15 de maio de 1937 - Outro noviciado
A Serva de Deus inicia seu 2º noviciado.

15 de agosto de 1937 - Emite sua Santa Profissão de votos simples perpétuos.

1939 - Ocorre a invasão das cinco casas, na Ilha dos Ratos, que irá definir o futuro da ação social e religiosa da Serva de Deus.

1º de maio de 1939 - Colégio para operários
Inaugura o Colégio Santo Antônio, no bairro da Massaranduba, para operários e seus filhos, com 300 crianças no turno matutino e 300 adultos à noite.

1941 - A Serva de Deus inicia a obra do quilo, para ajudar as famílias carentes junto ao Círculo Operário.

8 de janeiro de 1941 - Farmacêutica
Conclui o curso de Oficial de Farmácia.

1946 - Dá início à campanha para entronizar o Sagrado Coração de Jesus nas fábricas de Itapagipe.

11 de junho de 1947 - Convento Santo Antônio
É instalado o Convento Santo Antônio, com as Irmãs Plácida e Hilária e, a Serva de Deus como a sua 1ª Superiora, junto ao Círculo Operário da Bahia.

15 de novembro de 1947 - Mais uma formação
Recebe o título de Auxiliar de Serviço Social.

28 de novembro de 1948 - Inaugura o Cine Teatro Roma.

1949 - Ocupação no galinheiro
Ocupa o galinheiro ao lado do convento inaugurado em 1947, após a autorização da sua Superiora, com os primeiros 70 doentes, dando origem a tradição propagada a décadas pelo povo baiano, de que a Serva de Deus construiu o maior hospital da Bahia, a partir de um simples galinheiro.

1950 - Atendimento aos presos
Inicia o atendimento aos presos da cadeia conhecida como “Coréia”, devido às más condições de higiene local, no Dendezeiros.

16 de abril de 1950 - Inaugura nas dependências do Círculo Operário da Bahia o SAPS (Serviço de Alimentação da Previdência Social) com almoço a preços populares (2 tostões).

6 de maio de 1959 - Fundação das Osid
Funda a Associação Obras Sociais Irmã Dulce.

5 de agosto de 1959 - Oficialização
Instala oficialmente a Associação Obras Sociais Irmã Dulce.

8 de fevereiro de 1960 - Albergue Santo Antônio
Inaugura o Albergue Santo Antônio, com 150 leitos.

1964 - Criação do CESA
Inaugura o Centro Educacional Santo Antônio (CESA), em Simões Filho, para abrigar meninos sem referência familiar. A fazenda onde funciona o CESA foi doada pelo Governo da Bahia, na gestão de Lomanto Júnior.

1965 - Exclaustração: dez anos afastada
Início do período de exclaustração da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.

1974 - Ampliação
No Hospital Santo Antônio foi inaugurado mais um pavilhão denominado “Lar Fabiano de Cristo”, exclusivo para pessoas com deficiência. O pavilhão foi construído com doação feita pela Capemi, através do Coronel Jaime Rolemberg.

1975 - Encerra o período de exclaustração e Irmã Dulce volta ao convívio com as Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.

25 de fevereiro de 1976 - Morre seu pai
Falece Dr. Augusto Lopes Pontes, que além de se constituir num baluarte ao lado de sua filha, na construção e consolidação das suas obras, foi um grande incentivador de outras obras sociais, destacando-se entre elas o “Abrigo Filhos do Povo”, situado no bairro da Liberdade.

7 de julho de 1980 - Encontro com o papa
A Serva de Deus tem seu primeiro encontro com o papa João Paulo II.

9 de março de 1981 - Cria a Fundação Irmã Dulce.

8 de fevereiro de 1983 - Novo hospital
Inaugura o novo Hospital Santo Antônio, com 400 leitos.

17 de janeiro de 1984 - Funda a Associação Filhas de Maria Servas dos Pobres, com o intuito de manter o carisma da sua Obra.

1988 - O então Presidente da República José Sarney, indica a Serva de Deus para o Prêmio Nobel da Paz, com o apoio da Rainha Sílvia da Suécia.

11 de novembro de 1989 - A Serva de Deus é internada com problemas respiratórios.

1991 - Visita nobre
Recebe no seu leito de enferma, a visita do Papa João Paulo II, pela última vez.

13 de março de 1992 - Despedida
Numa sexta feira, morre às 16:45, aos 77 anos, no Convento Santo Antônio, situado na Av. Dendezeiros, depois de sofrer por 16 meses.

Março 15, 1992 - Sepultamento
É sepultada no altar do Santo Cristo, na Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia, na Cidade Baixa, em Salvador, Bahia, Brasil.



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