sábado, 24 de agosto de 2019

Estudantes do CEPES participam de aula de campo em Salvador

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Estudantes do Colégio Estadual Professor Edgard Santos CEPES, localizado no município de Governador Mangabeira (a 119 km de Salvador), participaram de uma atividade pedagógica na capital baiana nesta sexta-feira (23). Ao todo 51 alunos, com faixa etária entre 16 a 18 anos do 2º ano do Ensino Médio, estiveram presente na aula de campo no Centro Histórico de Salvador e no Museu Náutico, no Farol da Barra.

A atividade pedagógica envolveu estudos sobre o Brasil Colônia, a exemplo de como Salvador se tornou a primeira capital do Brasil e a estrutura arquitetônica da época. Os alunos aprofundaram os estudos sobre a cultura africana e como os negros tiveram participação ativa no processo de povoamento pós-descobrimento do Brasil. Já na visita ao Museu Náutico, os estudantes aprenderam como era a navegação nos séculos XV e XVI, que possibilitou a chegada dos portugueses ao Brasil.

O professor de História, Luís Carlos Borges da Silva, destacou a importância de atividades como estas para o aprendizado dos alunos. “Nesta aula de campo, os alunos perceberam o quanto a cidade de Salvador foi importante no processo de colonização da América Portuguesa. Também demonstramos para eles aspectos sociais, culturais, políticos e econômicos daquele momento na cidade de Salvador”, disse.

Conhecendo pela primeira vez o Centro Histórico, a estudantes Franciele da Silva Pereira, 17 anos, do 2º ano do Ensino Médio, falou emocionada sobre o que aprendeu. “Foi lindo demais conhecer de perto pontos que foram explicados pelo professor na sala de aula. É muito boa esta vivência, principalmente, porque foi a minha primeira vez em Salvador e sempre quis conhecer esses lugares que fomos hoje. Eu gostei mais da Catedral Basílica e da Igreja de São Francisco”, contou.

Já o aluno Luedsom Santos de Souza, 17, 2º ano, disse que ficou encantando com o Museu Náutico. “Conhecer a história da navegação baiana naquele período, sabendo que tinha uma ligação muito forte com o Recôncavo, que é onde fica a nossa cidade, foi maravilhoso. Com certeza essas atividades nos ajudam a aprender melhor”, falou.

O roteiro de visitação aos pontos históricos foi o seguinte: Elevador Lacerda, Praça Municipal, Praça da Sé, Catedral Basílica, Museu Afro, Terreiro de Jesus, Largo de São Francisco, Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, Pelourinho e Museu Náutico da Bahia (Farol da Barra).

Agradecemos a todos e a todas que contribuíram para a realização dessa significativa atividade, alunos, direção, professores, funcionários do CEPES, além dos estagiários da UFRB. Não esquecendo do apoio da Prefeitura Municipal, através da Secretária de Educação, a qual cedeu o transporte para a realização da viagem”, salientou o professor Borges.  
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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

IRMANDADE DA BOA MORTE: UM BREVE HISTÓRICO

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Anualmente, dezenas de mulheres cruzam as ruas de Cachoeira, cidade histórica do recôncavo da Bahia, a cerca de 117 quilômetros de Salvador, com a missão de reforçar junto com a comunidade uma das festas seculares mais fortes da terra: a Irmandade da Boa Morte e Glória.

Celebrado há mais 200 anos, o festejo sempre ocorreu em agosto, mês dedicado à Nossa Senhora. Neste ano, o evento, que é considerado Patrimônio Imaterial da Bahia desde 2010, começa nesta terça-feira (13) e segue até o próximo sábado (17). [Veja programação no final da matéria]
“Pedir uma boa morte sempre se fez presente. Quando os negros não eram bem tratados, sempre pediam uma boa morte. Pedíamos a interseção de Maria, para morrer bem junto a ela”, disse Nilza Prado, que tem 78 anos e há 22 foi iniciada no grupo.

Atualmente, a festa atrai pessoas de diversos lugares, incluindo estrangeiros. Apesar disso, as irmãs lutam para que o grupo não acabe.

“É uma festa muito grande, vai muita gente. Mas lutamos para que ela continue. A festa tem muita resistência. Nossa luta é para preservar a irmandade e a sociedade da Cachoeira e os participantes nos ajudam a fazer isso”, contou Zelita Sampaio, uma das 30 irmãs.

A Irmandade da Nossa Senhora da Boa Morte é uma confraria religiosa afro-católica que, na sua origem, e por muito tempo, foi responsável pela alforria de inúmeros escravos. Neste século, o grupo continua com a missão social, mas dedicada principalmente à educação.

Na literatura, não há uma data precisa sobre o surgimento da irmandade em Cachoeira. No entanto, há indícios de que os primeiros sinais da manifestação datam de um intervalo entre 1810 a 1840.

“Os primeiros sinais do grupo na Bahia são de 1810, em Salvador, a partir de escravas vindas da África, mas o grupo acaba extinto na capital, por conta das perseguições. Por isso, algumas irmãs foram para Cachoeira, em 1840. Elas se interessaram pela economia do recôncavo que estava boa. Assim, a Irmandade em Cachoeira foi criada”, diz Valmir Pereira, produtor cultural, que trabalha na Irmandade há 24 anos.

Em Cachoeira, as irmãs se instalaram na casa que hoje é conhecida como “estrela”, de nº 41, na Rua Ana Nery, onde começou o trabalho social.

“Primeiro, as irmãs trabalharam como comerciantes para comprar a liberdade dos negros. Depois, lutaram ainda mais para dar ao negro uma posição digna. Eles não tinham direito a nada, mas elas criaram esse lugar”, afirmou Valmir.

Nessa época, quando o grupo chegou a ter 150 integrantes, a posição de irmã era passada de mãe para filha. Mas, apesar do número expressivo, essas mulheres precisaram lutar para conseguir cultuar uma santa católica, sem deixar de lado a ancestralidade.

“Elas celebravam a santa católica, mas procuravam uma [igreja] com história similar a de um orixá. Mas, pra isso, elas saíam fazendo missas de igreja em igreja. Nem todos os padres eram generosos, alguns não abriam as portas para elas. Não as aceitavam como negras, nem a matriz religiosa que herdaram”, completou Valmir.

Em meio às dificuldades, mas com amor ao legado, o grupo continuou. E, desde então, seguiu lutando pela aceitação e reconhecimento. Nesse sentido, um dos pontos mais marcantes aconteceu em 1970, quando a imagem da irmandade vai para fora do país, através de fotografias.
A partir disso, entre 1980 e 1997, já conhecidas, o grupo ganhou os imóveis, através de doações, que hoje são utilizados como a sede do grupo e a Capela da Irmandade da Boa Morte, na Rua 13 de Maio.

Agosto: Quando a história acontece

Além da trajetória social, as irmãs organizavam os festejos para a santa. Sempre uma vez ao ano, durante uma semana do mês de agosto. Os preparativos, no entanto, começavam antes.

No último domingo de julho de cada ano ocorre uma eleição, onde são escolhidas quatro irmãs com a missão de administrar a festa: a escrivã, tesoureira, a procuradora-geral e a provedora. Em seguida, saem para arrecadar a esmola geral, para ajudar na produção da festa.
Neste ano, o cargo de provedora é ocupado por Nilza Prado. Cabe a ela a missão de cuidar da imagem de Nossa Senhora, dentro da própria casa.

“A santa sai da capela para ficar na casa da provedora. Não tem uma data especifica para isso. O dia é escolhido entre nós. A imagem só é levada de volta para a igreja no dia 12, anterior ao início da festividade, quando as irmãs vão da sede até a casa da provedora, rezam e depois fazem o caminho inverso, com a imagem”, afirmou Nilza Prado.

Cumprido o calendário “restrito”, é dado início à programação aberta ao público, que inclui missas, procissões, distribuição de comidas e samba de roda.

Resistência

“Ser filha de Nossa Senhora é uma missão de amor. Eu me sinto lisonjeada, abençoada por ser escolhida. A gente chora de emoção, de sentir que nossa senhora está nos abençoando e não podemos deixar isso acabar”, contou Nice Espíndola, que está há 10 anos na irmandade.

Além de Nice, o desejo de não pôr fim a tradição se estende pelo grupo. Se no começo o número de irmãs chegou a 150, o atual não é tão expressivo. Aumentar a quantidade de mulheres na equipe foi uma solução posta em prática neste ano para mudar o quadro.

“Estávamos diminuindo em tamanho. Nós éramos 22 até o ano passado. Só que a maioria não consegue mais caminhar por causa do esforço. Por isso, a gente precisou colocar mais gente para dar continuidade à irmandade. Colocamos mais irmãs para o grupo não acabar. Isso não pode acabar”, disse Nilza Prado.

Para ser uma das irmãs, a candidata precisa ser negra e ter a partir de 35 anos. Primeiro é feito a candidatura, e depois a avaliação pela equipe. Caso seja aprovada, a candidata passa por alguns estágios até assumir a função, que tem mudado ao longo do tempo.

Assim, a função de cada irmã é manter a cultura. Elas se organizam para dar continuidade à festa, mas não deixam de lado o cunho comunitário.

“O papel da Boa Morte atualmente é abrir o espaço para receber as pessoas, principalmente alunos de escolas. Nosso papel hoje é de levar a cultura para as pessoas”, conta Nice.

“Na nossa sede, oferecemos várias oficinas para as pessoas da comunidade. Todo mundo participa e sente o amor de Nossa Senhora. Seguimos com o apoio de todo mundo para levar o amor. Seguimos com a tradição”, completa.

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domingo, 4 de agosto de 2019

Maurício Silveira Pinheiro: o mais novo Dentista de Governador Mangabeira

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Ontem (03/08/2018), aconteceu a formatura da turma 2019.1, do curso de Odontologia da FAMAM – Faculdade Maria Milza, entre os formandos estava o mangabeirense MAURICIO SILVEIRA PINHEIRO. O evento aconteceu na quadra poliesportiva do campus da mencionada instituição, localizado no município de Governador Mangabeira, sendo que ao todo foram 35 concluintes oriundos de várias cidades da Bahia.

Maurício Silveira Pinheiro, também foi o orador da turma. Durante sua oratória enfatizou as características da turma, as dificuldades enfrentadas pelos alunos para concluir o curso e o apoio dos pais e professores para a realização desse grande sonho, ou seja, a conclusão do curso de Odontologia. Conclui sua fala com um trecho de música de Raul Seixas: “Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”.
Oriundo de família humilde, Mauricio cursou toda sua educação básica na escola pública, sendo o Ensino Médio no Colégio Estadual Professor Edgard Santos – CEPES. “Passei muitas dificuldades para concluir o curso, foram cinco anos de muita luta, conseguir o financiamento do FIES, ao contrário não teria como concluir o Bacharelado em Odontologia, mas hoje mim sinto realizado e agradeço a todos e a todas que contribuíram para a realização desse sonho, principalmente meus familiares e amigos. Graças a Deus, consegui chegar lá, agora aquele menino simples é dentista”, salientou Mauricio Silveira Pinheiro.
O Patrono da turma foi o professor Christian Cezane Cardoso de Almeida, a paraninfa – professora Mona Lisa Cardoso Asselta da Silva e amiga da turma - Izabella Carla Alcoforado da Silveira. Também foram prestadas homenagens a vários professores do citado curso. Representando a FAMAM estiveram presentes as professoras Josemare Pereira dos Santos Pinheiro (Diretora Acadêmica), Kailane Rocha Soledade Marques (coordenadora do curso de Odontologia) e Janelara Bastos de Almeida Silva (representante da mantenedora da FAMAM).
Ainda, destacamos a presença dos familiares, parentes, amigos, colegas e ex-professores de Mauricio. Também, marcaram presença a ex-prefeita Domingas Souza da Paixão e a vereadora Maria das Graças Menezes, os quais expressaram sua felicidade pelo o sonho realizado do citado formando.
“Parabenizo a Maurício Silveira Pinheiro por essa relevante conquista em sua vida, a qual foi alcançada com muitas dificuldades, mas com inteligência e competência, aspectos que credenciam a Maurício as condições do desenvolvimento da profissão de dentista como qualidade. Estou extremante feliz por esse momento, pois acompanhei um pouco dessa trajetória de luta de Maurício e sei do seu empenho para realizar esse sonho, bem como o quanto é merecedor desse Diploma. Esperamos que essa sua conquista possa servir de exemplo para outros jovens de nossa cidade. PARABÉNS MAURÍCIO”, enfatizou professor Borges, que também esteve presente no evento juntamente com sua esposa Mirian Flores da Silva.
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sábado, 20 de julho de 2019

Dialogando com a turma da Terapia Comunitária da cidade de Governador Mangabeira

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No dia 13/07/2019, na turma de Terapia Comunitária Integrativa da cidade de Governador Mangabeira, aconteceu um diálogo acerca da temática: Nossas Raízes Culturais: um olhar antropológico e histórico. O diálogo foi coordenado pelo professor Borges, a convite da irmã da Santa Cruz – Ana Helena do Vale, responsável pela execução das atividades da citada turma.

Durante a atividade, Borges discutiu com a turma conceitos essenciais como Terapia Comunitária, Antropologia e Cultura, também enfatizou as influências dos índios, portugueses e negros para a formação do povo brasileiro, além da contribuição desses povos em muitos aspectos culturais, sociais e econômicos da vida dos brasileiros. Além disso, buscou entender a ideia da Terapia Comunitária, a partir de algumas passagens bíblicas.

Segundo Barreto (2010), a Terapia Comunitária – é um espaço de promoção de encontros interpessoais e intercomunitários, objetivando a valorização das histórias de vida dos participantes, o resgate da identidade, a restauração da autoestima e da confiança em si, a ampliação da percepção dos problemas e possibilidade de resolução a partir das competências locais.

Através das dinâmicas vivenciais, a Terapia Comunitária, propõem-se uma reflexão sobre os seis pilares da autoestima, segundo Nathaniel Branden, que são: viver conscientemente, autoaceitação, autoresponsabilidade autoafirmação, intencionalidade e integridade pessoal.

Conforme as informações da irmã Ana Helena, essa já e a segunda turma da Terapia Comunitária que funciona no município de Governador Mangabeira, turma essa que está composta por 30 alunos de vária cidades do Recôncavo e de Salvador, sendo o público alvo profissionais de áreas de saúde, educação ou qualquer pessoa maior de 21 anos que tenha interesse de participar. Ana Helena, ainda salienta que as aulas acontecem no segundo final de semana de cada mês, duração de 6 seis meses. Após a conclusão das atividades, os participantes recebem um certificado, emitido pela ABRATECOM - Associação Brasileira de Terapia Comunitária, para qual os alunos realizam uma contribuição financeira mensal volta para esse fim.

Assim, “nós da comunidade paroquial de Governador Mangabeira, fazemos a dois anos essa experiência, que levantou muitas vidas e deu novo ânimo na caminhada humano/espiritual. O curso é uma Bênção para todos nós, e somos gratos a Deus e toda a equipe que se coloca à disposição para nos ajudar”, enfatizou a Irmã da Santa Cruz - Ana Helena do Vale.

“Agradeço ao convite da Irmã da Santa Cruz para realizar esse significativo diálogo com os participantes da turma de Terapia Comunitária, um momento rico em trocas de experiências, integração, alegria e afetividade, certamente uma atividade que contribui para a pessoa melhor se conhecer e, então elevar sua autoestima, viver de forma feliz e contribuir, também para a felicidade do próximo”, salientou professor Borges.

Fonte: 
Barreto, Adalberto de Paula. Terapia Comunitária – passo a passo. Fortaleza: LCR, 2010.
http://www.irmasdecaridadedasantacruz.com.br/. Acesso em 19/07²019

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Atividades desenvolvidas no CEPES sobre ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, são apresentadas em Simpósio Nacional de História

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Na última terça-feira (16/07/2019), o professor Luís Carlos Borges, apresentou no 30º Simpósio Nacional de História (Recife), o artigo denominado: Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana: atividades desenvolvidas no Colégio Estadual Professor Edgard Santos – CEPES (2014-2018), localizado na cidade de Governador Mangabeira – Bahia, objetivando analisar como essas atividades foram aplicadas no CEPES e sua vinculação aos preceitos da lei 10.639/200 durante o período destacado, principalmente os projetos atribuídos ao mês da Consciência Negra, os quais tiveram as seguintes temáticas: Consciência Negra - amplie a sua (2014), África-Brasil: relações históricas e culturais (2015), 100 anos do Samba (2016), Os Negros e as Negras nas Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs): dos estereótipos à valorização (2017) e CEPES 40 anos - História e Cultura Afro-brasileira: um olhar local e regional (2018).

O mencionado artigo foi apresentado no Simpósio Temático - Reeducação Étnico-Racial e Ensino-Aprendizagem em História: Diálogos Possíveis, Relações Necessárias, coordenado pelo professores: Lourival dos Santos (UFMS) e pela professora Martha Rosa Figueira Queiroz (UFRB), que também contou com outros trabalhos de diversos Estados do Brasil.

Salientando que, também apresentou artigo no citado Simpósio Nacional, a professora do CEPES e doutoranda em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Alaize Conceição, artigo esse, com o título: "Essa terra tem muito axé", práticas culturais e devoções negras no Recôncavo da Bahia - Cachoeira/Vale do Iguape, inserido no Simpósio Temático - História das Religiões: crenças, práticas e hibridismo. 

O referido Simpósio, é promovido pela Associação Nacional de História a cada dois anos em uma Universidade Federal. Em 2019, foi a vez da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), localizada na cidade de Recife, no período de 15 a 19 de julho, sendo o tema da 30ª edição: História e o Futuro da Educação no Brasil.

“Agradeço a todos e a todas que contribuíram para elaboração desse artigo, bem como para o desenvolvimento das atividades relacionadas a História e Cultura Afro-brasileira e Africana no CEPES: estudantes, professores, direção, coordenação pedagógica e funcionários, demonstrando a responsabilidade dessa instituição pela promoção de uma educação pautada nas relações étnico-raciais, cumprindo o que estabelece a lei 10.639/2003. Também, quero agradecer pela inspiração e companhia de minha esposa Mirian Flores de Jesus da Silva para escrever o mencionado artigo e a participação do citado evento”. Além disso, parabenizar a colega Alaize Conceição pela apresentação do seu relevante artigo”, salientou professor Borges.  

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