sábado, 11 de agosto de 2018

Com Torneio de Dominó, CEPES comemora o dia dos Estudantes

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Através da coordenação da professora de Educação Física – Patrícia Keiko, o Colégio Estadual Professor Edgard Santos – CEPES, realizou ontem (10/08/2018) um Torneio de Dominó em comemoração ao dia do estudante. A  atividade, também faz parte do conjunto de ações em comemoração aos 40 anos de fundação do CEPES. 

Segundo Keiko, ao todo se inscreveram 86 duplas, sendo 58 do turno matutino e 28 do vespertino, sendo que dessa quantidade 13 foram femininas. No final dos confrontos, saíram como campeã e vice as seguintes duplas:

Matutino: 1º lugar - Tiago e Maicon (3º AM) / 2º lugar – Ramon (3º DM) e Bernardo (2º CM)
Vespertino: 1º lugar – Ivanildo e Bruno (1º BV) / 2º lugar – Davi e Paulo (1º AV).

Importância pedagógica do Jogo
Para a professora de matemática do CEPES – Daniela Rocha (graduada pela UEFS e mestra em Ensino, Filosofia e História das Ciências pela UFBA), “o   jogo de dominó é um instrumento que promove o desenvolvimento do raciocínio lógico, envolve as operações básicas, sequências numéricas. É importante enfatizar, também, que o dominó contribui com o exercício do respeito aos adversários e do jogo em parceria. É necessário estar em sintonia com o/a parceiro/a de dupla".

Já para Patrícia Keiko (Licenciada em Educação Física pela UCSal e especialista em Docência no Ensino Superior na ABEC/Faculdade Visconde de Cairu), também professora do CEPES, o jogo pode ser compreendido “enquanto um instrumento metodológico que serve para desenvolver a capacidade de resolução de situações - problema através do raciocínio lógico, também a concentração dos alunos durante as aulas. Através da ludicidade do jogo, aumenta-se a motivação dos alunos, as suas relações interpessoais e sua assiduidade e tempo de permanência na sala de aula.”

Para a doutora em gênero pela UFBA e professora de História do CEPES – Elizabete Rodrigues, a presença feminina no aludido torneio “pode ser pensada em termos de inclusão, uma vez que é um jogo conhecido historicamente de homens, bem como perceber a participação das meninas como uma mudança de comportamento em direção à quebra das barreiras gendradas. Também, um bom exercício para o desenvolvimento da concentração e o conhecimento de regras”.

História do dominó
Existem várias versões que tentam decifrar de onde veio o jogo, mas nenhuma delas até hoje pôde ser confirmada. Acredita-se, porém, que ele tenha surgido na China, inventado por um soldado chamado Hung Ming, que teria vivido de 243 a 181 a.C. No Brasil, o jogo chegou com os portugueses no século XVI.

O nome dominó provavelmente deriva da expressão latina domino gratias, que significa “graças a Deus”, dita pelos padres europeus enquanto jogavam. Atualmente, o dominó é jogado em quase todos os países do mundo, mas é mais popular na América Latina. Na China, ele deu também origem a outro jogo, mais complexo: o mah jong.

Objetivo do jogo
Para jogar dominó são necessárias 28 pedras retangulares. Cada pedra está dividida em 2 espaços iguales nos que aparece um número de 0 até 6. As pedras abrangem todas as combinações possíveis com estes números.

Pode-se jogar com 2, 3 ou 4 jogadores ou em duplas.
objetivo do jogo é colocar todas as suas pedras na mesa antes dos adversários e marcar pontos. O jogador que ganha uma rodada, marca pontos segundo as pedras que foram colocadas pelos seus adversários.
A partida terminará quando um jogador ou dupla alcançar a quantidade de pontos indicada nas opções de mesa.

"Parabenizo a participação de todos os alunos no Torneio de Dominó do CEPES, com menção especial as duplas vencedoras. Agradeço o apoio dos colegas professores, da direção e funcionários do Colégio, além do estagiário de Educação Física da FAMAM - Dino Valter. Por certo, atividades dessa envergadura, demonstram o compromisso da nossa escola com um processo ensino e aprendizagem inovador e prazeroso, envolvendo a ludicidade e aspectos pedagógicos teóricos”, enfatiza Patrícia Keiko, professora coordenadora do evento.

Referências

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Projetos Estruturantes 2018 do CEPES

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No ano em que comemora seu quadragésimo aniversário de fundação, o Colégio Estadual Professor Edgard Santos – CEPES, realizou ontem (09/08/2018) a décima edição dos projetos estruturantes: FACE – Festival Anual da Canção Estudantil, TAL- Tempo de Artes Literárias, DANCE – Dança Estudantil e o AVE – Artes Visuais Estudantis. O Evento foi coordenado pelas professoras da área de Linguagens, com o apoio dos demais professores, da direção e dos funcionários da unidade de ensino.



A abertura do evento foi através de uma poesia em homenagem aos 40 anos do CEPES de autoria do ex-aluno Armando Rocha, hoje pedagogo e poeta. Em seguida, através da qualificada apresentação do professoras Maria da Graças (Gal), os candidatos e candidatas de cada modalidade foram se apresentando, iniciando com o TAL e concluindo com o FACE.


Vale ressaltar, que os candidatos do FACE tiveram o acompanhamento instrumental de uma banda formada por ex-estudantes do CEPES, a qual apresentou uma brilhante performance nos arranjos das músicas interpretadas.

Após as participação dos alunos, aconteceram algumas apresentações musicais de alguns jurados do FACE (Priscila, Felipe, Ariel e do ex-aluno Jonatas).



Após as qualificadas apresentações, os jurados decidiram os seguintes nomes entre os três primeiros de cada modalidade:

TAL- 1º lugar: Esteffany Pinto da Silva – 2º AM / 2º lugar: França e Stress – 1º AV / 3º lugar: Samira Santos- 2º CM



DANCE- 1º lugar: Ballet dance (Alan, Adriele, Emanuele Dias, Tifani, Mel Elizabete) / 2º lugarThe tive (Adriele, Bianca, Estefane, Tauane, Edhilane Caldas).



FACE- 1º lugar: França e Stress -1º AV / 2º lugar: Ananda Nascimento- 2º AM / 3º lugar: Davi Santos - Eixo VI , (anexo Quixabeira), turma B.



AVE- 1º lugar: Taiane Nunes -2º AV / 2º lugar: Tauane Alves- 3º AM / 3º lugar: Mateus da Silva – 3º AV.



“Parabenizo a todos e todas estudantes que participaram dos projetos estruturantes do CEPES, por certo um momento riquíssimo em criatividade, talento, arte e visão crítica, apesar de existir um vencedor em cada modalidade, na verdade todos podem se considera vencedores, muito em função a coragem, competência e determinação de cada um. Também, agradeço aos jurados pela disponibilidade, bem como, aos colegas professores e professora, a direção e os funcionários pelo apoio”, salientou a professora Daniela Rodrigues, coordenadora da área de linguagens.
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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Equipe da UFRB realiza oficina no CEPES acerca do ingresso e da permanência nos curso de graduação

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Na última terça-feira (17/07/2018), uma equipe da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB, realizou uma oficina para os estudantes do terceiro ano do ensino médio (matutino) do Colégio Estadual Professor Edgard Santos – CEPES (Governador Mangabeira), acerca das formas de ingresso e permanência nos cursos de graduação da mencionada instituição de ensino superior.

Incialmente a equipe de servidores da Pró-Reitoria de Graduação da UFRB, formada por Geane da Conceição Dias,  Leandro Carvalho dos Santos, Joseane da Conceição Pereira Costa e Raphael Lima Costa, explanou acerca da estrutura da UFRB, que atualmente conta com  mais de 12 mil estudantes, divididos em 55 cursos de graduação, 13 de mestrado e 2 doutorados, sendo que do município de Governador Mangabeira existem 347 pessoas matriculadas nos cursos da UFRB, com destaque para as graduações em: Biologia (37), História (34), Serviço Social (21), Bacharelado em Ciências Exatas e Tecnológicas (17) e Tecnologia em Gestão de Cooperativas (16).

Também foi elucidado, que esse número expressivo de estudantes matriculados na UFRB, estão distribuídos por 7 centros: Cruz das Almas (Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas e Ciências Extas e Tecnológicas), Cachoeira (Ates, Humanidades e Letras), Amargosa (Formação de Professores), Santo Antônio de Jesus (Ciências da Saúde), Santo Amaro (Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas) e Feira de Santa (Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade). Além disso, foi mencionado o Índice de Geral dos Cursos (IGC) da UFRB, medido pelo MEC, que atualmente está em 4, em uma escala máxima de 5, bem como se chamou atenção para o programa de intercâmbio internacional da instituição, apresentando o depoimento de uma estudante que se encontra em Portugal.

Já na segunda parte da oficina, aconteceu o diálogo acerca das formas de ingresso na UFRB, sendo que o primeiro passo consiste na realização da prova do ENEM e em seguida o estudante deve se inscrever no SISU, enfatizando o passo a passo dessa inscrição. Também, foram apresentadas as modalidades de bolsas existentes na instituição: Auxílio à Permanência – refere-se ao repasse pecuniário mensal, com duração de um ano, renovável anualmente. Auxílio à Moradia – refere-se a uma vaga na unidade de residência universitária; Auxílio Pecuniário à Moradia – refere-se ao repasse pecuniário mensal, com duração de um ano, renovável anualmente voltado para moradia.  Auxílio Deslocamento – refere-se ao repasse pecuniário mensal, com duração de um ano, renovável anualmente. Auxílio à Alimentação – refere-se ao acesso diário ao restaurante universitário.  Auxílio Creche – refere-se à concessão de auxílio creche (LDB 9394/96) a estudantes com comprovada demanda social para custear despesas com filhos/as.  Auxílio a participação de Eventos Acadêmicos – refere-se à concessão de uma ajuda para custeio de viagens para participação em Eventos Acadêmicos.

No terceiro momento, foram apresentadas as formas de acesso aos grupos do PET – Programa de Educação Tutorial, que atualmente é representado por nove grupos: Afirmação: Acesso e permanência de jovens de comunidades negras rurais no Ensino superior. Agronomia. Cinema. Conexão de Saberes: Acesso, permanência e pós-permanência na UFRB. Conexão de Saberes: Socioambientais. Conexão de Saberes: UFRB e Recôncavo em Conexão. Educação e Sustentabilidade. Mata Atlântica: Conservação e Desenvolvimento. Zootecnia.

Por fim, a equipe de servidores da UFRB, respondeu algumas perguntas dos estudante e professores presentes, bem como elogiaram a iniciativa do CEPES no sentido de permitir que os alunos tenham conhecimento das formas de acesso e permanência nos cursos da UFRB, a Universidade mais inclusiva do Brasil.

Vale salientar, que a UFRB é a primeira Universidade Federal do interior da Bahia, sendo que dos 12.345 estudantes, 91.5% são da Bahia. Ao todo, 83,4% dos estudantes se autodeclarados negros e 82% são oriundos de famílias com renda total de até um salário mínimo e meio, colocando em prática a perspectiva de inclusão social.

“Agradecemos profundamente a equipe da Pró-Reitoria de Graduação da UFRB por aceitar o nosso convite para apresentar aos estudantes do terceiro ano do ensino médio do CEPES, as formas de ingresso e permanência nos cursos dessa instituição, sem dúvidas uma atividade qualificada e muito enriquecedora. Também, agradecemos aos professores que liberam suas aulas para a realização do evento, o apoio da direção da escola, da equipe da Área de Humanas, na pessoa da professora Divanise Vieira e aos alunos pela participação na mencionada atividade, a qual procurou reforçar os valores e a importância da Universidade pública no Brasil, através do relevante exemplo da UFRB”, salientou professor Borges.

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domingo, 8 de julho de 2018

Jadeilson e Marcos: os mais novos Historiadores de Governador Mangabeira

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Ontem (07/07/2018), no auditório da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) - Campus de Cachoeira, aconteceu a cerimônia de formatura do curso de Licenciatura em História, com destaque para dois mangabeirenses: Jadeilson Gomes de Oliveira e Marcos Antônio Oliveira Rodrigues. Também, participaram da formatura estudantes dos cursos de Artes Visuais, Jornalismo, Publicidade, Gestão Pública e Ciências Sociais. 

Sem dúvidas foi um ótimo evento, com mensagens críticas e qualificadas daqueles que usaram a palavra, a exemplo da Oradora Oficial – Laís Laiza (estudante de Ciências Sociais), quando destacou a importância da UFRB para a Bahia, principalmente no sentido da inclusão de jovens oriundos das camadas mais baixa da população e foi acompanhada pelos presentes quanto entoou o grito – “LULA LIVRE”. Já a deputada Alice Portugal (PCdoB), destacou o processo de criação da UFRB, que aconteceu durante o governo do ex-presidente Lula, bem como, alertou para o sucateamento das Universidades Federais imposto pelo atual governo. 
Algo que nos chamou atenção durante o evento foi a escolha da música a ser tocada durante a colação de grau do estudante Jadeilson Gomes, fazendo uma referência a ideia de LULA LIVRE – “chama, chama que o povo quer, chama, chama que o homem dar jeito”, demonstrando a sua opção política/ideológica, uma vez que o mesmo é presidente do Diretório Municipal do PT de Governador Mangabeira.
"Parabenizo a Jadeilson e Marcos por mais essa vitória em suas vidas, algo conquistado com muita luta e dedicação. Conquista que por certo deve inspirar outros jovens mangabeirenses, principalmente no sentido da importância do conhecimento histórico para a sociedade, pois não existe povo sem história, como dizia Karl Marx: "A História é o motor na humanidade. PARABÉNS"!, salientou professor Borges.
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terça-feira, 3 de julho de 2018

FAZER CHARUTOS: UMA ATIVIDADE FEMININA

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Com uma rica e conceituada produção historiográfica, em 2001, a historiadora Elizabete Rodrigues da Silva, natural da cidade de Governador Mangabeira, defendeu sua dissertação de Mestrado pela UFBA com o título: FAZER CHARUTOS: UMA ATIVIDADE FEMININA. Utilizando-se de diversas fontes históricas, em especial as fontes orais, a pesquisadora discute o cotidiano feminino na produção de charutos na primeira metade do século XX em cidades do Recôncavo baiano como Muritiba, São Félix, Cachoeira e Maragogipe, além da Vila de Cabeças (atual município de Governador Mangabeira).
Com um olhar histórico fundamentado na concepção teórica da História das Mulheres, a autora em seu estudo visa “desvelar os papéis históricos das mulheres charuteiras, a partir de suas estratégias de sobrevivência que, ao lutar para vencer as necessidades materiais, a exploração' no/do trabalho e a discriminação sexual, assim como a invisibilidade social.”. (SILVA, 2001, p. 11).
A dissertação, oferece uma significativa contribuição para um novo olhar acerca da escrita da história, desvinculada das abordagens tradicionais do fazer histórico, mas fundamentada em uma “Nova História”, concepção historiográfica que prioriza os estudos voltados para temas como gênero, sexualidade, cotidiano, lazer, festas, família, religiosidade, trabalho, cultura e outros, tornando visíveis atores sociais até então excluídos pela história, a exemplo das charuteiras, ou seja, “aquelas que não tiveram vez nem voz, nem puderam escrever as suas próprias histórias. Dar vozes aos "excluídos da história" é, portanto, implementar uma ação democratizadora da própria história,”. (SILVA, 2001, P. 11)
Silva, definitivamente nos oferece uma narrativa que abandona a ideia de uma passado morto, sem relevância para mulheres e homens do presente e, nos aproxima de uma valiosa abordagem na relação presente/passado, sustentada por uma problematização estabelecida pelos dias atuais e que prioriza a participação popular na história.
Orientada pela doutora Lina Maria Brandão de Aras, a dissertação está estruturada em três capítulos: 1º - RECÔNCAVO FUMAGEIRO: PALCO DE UMA FISIONOMIA SOCIAL E CULTURAL. 2º -  SER MULHER. 3º - UMA INCURSÃO PELO COTIDIANO DAS CHARUTEIRAS. O texto completo pode ser encontrado no seguinte endereço eletrônico:
Com a mesma maestria e qualidade historiográfica da dissertação, em 2011, a historiadora Elizabete Rodrigues da Silva, resolveu ampliar o estudo acerca da atividade feminina na fabricação de charutos, defendendo sua tese de doutorado na UFBA como o título: AS MULHERES NO TRABALHO E O TRABALHO DAS MULHERES: UM ESTUDO SOBRE AS TRABALHADORAS FUMAGEIRAS DO RECÔNCAVO BAIANO, objetivando “estudar, no âmbito da história, a presença das mulheres trabalhadoras no contexto industrial fumageiro do Recôncavo baiano, no período que circunscreve a primeira metade do século XX”. (SILVA, 2011, p. 10).
Através da orientação da mesma professora do mestrado e fundamentada na vertente historiográfica das relações de gênero no trabalho, a mencionada tese está dividida em cinco capítulos: 1º - REDESENHANDO O CENÁRIO DO TRABALHO E DAS TRABALHADORAS FUMAGEIRAS. 2º - AS MULHERES FUMAGEIRAS E SUAS HERANÇAS SOCIOCULTURAIS. 3º - AS MULHERES FUMAGEIRAS E SEUS LUGARES NO TRABALHO FABRIL. 4º - A RESISTÊNCIA INVENTIVA DAS TRABALHADORAS FUMAGEIRAS. 5º - O TRABALHO EM DOMICÍLIO DAS MULHERES FUMAGEIRAS. O texto na integra está disponível no seguinte endereço eletrônico:
“Parabenizo a professora Elizabete Rodrigues da Silva pela sua valiosa e significativa produção historiográfica, sem dúvidas trabalhos enriquecedores no universo acadêmico na área de gênero do Brasil, demonstrando seu compromisso com uma escrita da histórica voltada para temas do cotidiano e vinculados a região do Recôncavo baiano, tornado visíveis personagens históricos até então subjugados pela história tradicional. Parabéns colega “Betinha”, como a chamamos lá no CEPES, sua produção acadêmica lhe credencia a ser titulada como uma das melhores historiadoras do Brasil.   
Elizabete Rodrigues da Silva: graduada em História pela Universidade do Estado da Bahia-UNEB (1998), Mestre em História pela Universidade Federal da Bahia-UFBA (2001) e Doutora em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo pela Universidade Federal da Bahia-UFBA/NEIM (2010). Atualmente é professora titular da Secretaria de Educação do Estado da Bahia (Colégio Estadual Professor Edgard Santos - CEPES); Professora e Coordenadora do Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente da Faculdade Maria Milza - FAMAM; atuou como Professora Pesquisadora I do PARFOR/UFRB. Tem experiência na área de História e Estudos de Gênero, com ênfase em História Regional do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: gênero, trabalho, cotidiano e resistência.
Fontes:
Plataforma Lattes CNPQ. Currículo Lattes. Disponível em: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.do. Acesso em: 01/07/2018.
SILVA, Elizabete Rodrigues. Fazer Charutos: Uma Atividade Feminina. Dissertação de Mestrado. Salvador: UFBA, 2001. Disponível em: https://ppgh.ufba.br/sites/ppgh.ufba.br/files/2001._silva_elizabete_rodrigues_da._fazer_charutos_uma_atividade_feminina.pdf. Acesso em: 01/07/2018.
_____. As Mulheres no Trabalho e o Trabalho das Mulheres: Um Estudo sobre as Trabalhadoras Fumageiras do Recôncavo Baiano. Tese de Doutorado. Salvador: UFBA, 2011. Disponível em: http://www.repositorio.ufba.br:8080/ri/bitstream/ri/6381/1/TESE.pdf. Acesso em: 01/07/2018.
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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Quadrilha Junina da ASCULT se apresenta na Caravana do Forró do CEPES

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Com uma bela apresentação a Quadrilha Junina da ASCULT - Associação Cultura da Localidade de Tocos I, município de Governador Mangabeira fez a abertura da IV Caravana do Forró do Colégio Estadual Professor Edgard Santos (CEPES), evento realizado no dia 21/06/2018. A Quadrilha tem dois anos de existência, conta atualmente com 31 componentes e foi idealizada pela jovem Simone Nascimento da Silva, secretária da ASCULT.

"O projeto de criação da Quadrilha, tem por objetivo mostrar para a comunidade e seu público geral os valores e a beleza da cultura popular brasileira, em especial as festas juninas, que vem sucumbindo com o passar do tempo, além de reviver juntamente com a comunidade essa cultura que é arte, é vida e a mistura de expressão de um povo que de várias formas busca mostrar o encanto fascinante desta cultura popular chamada Quadrilha Junina", salienta Simone Nascimento.

A elaboração do projeto da Quadrilha Junina da ASCULT, segundo sua coordenadora seguiu algumas etapas: primeiro contou com a aprovação dos sócios da ASCULT, segundo foi realizado um estudo sobre cultura popular brasileira com ênfase nas Quadrilha Juninas, terceiro: preparo psicológico dos participantes e as etapas seguintes foram: ensaios com 4 (quatro) meses de antecedência ao período junino e apresentações mediante agendamento;

Para comprar os tecidos, calçados e assessórios dos componentes da Quadrilha, a ASCULT realizou rifas e um leilão, além da contribuição financeira pessoal da presidente da instituição a senhora Noemia Nascimento da Silva e do seu esposo Hélio da Silva.

Vale ressaltar o total apoio da maioria dos sócios da ASCULT no desenvolvimento das atividades da Quadrilha, com destaque para os jovens Elaine Nascimento da Silva, Emerson Nascimento da Silva, Ailton Simões da Silva Neto e Taislane da Paz dos Santos. Também, é bom destacar o empenho e a dedicação dos jovens nos ensaios e na organização das atividades da Quadrilha.

Durante a apresentação no CEPES, a Quadrilha foi bastante aplaudida, bem como, sua performance foi bastante elogiada pelos professores e estudantes presentes na IV Caravana do Forró. Lembrando, que o marcador da Quadrilha nesse dia foi o jovem Gabriel, estudante da mencionada unidade de ensino, além dele existem outros dez alunos que fazem parte do grupo.
A Quadrilha já realizou diversas apresentações em localidades no município de Governador Mangabeira, também se apresentou em outras cidades como Cruz das Almas, Cabaceiras do Paraguaçu e Muritiba. 

Além da Quadrilha Junina, a ASCULT desenvolve outras atividades de cunho social e cultura como: samba de roda, oficinas de fantoche e leitura, aulas de violão, narração de histórias, alfabetização de jovens e adultos e recentemente aulas de desenho e outros.

"Parabenizo a ASCULT pela organização da Quadrilha Junina, uma atividade de valorização de um dos elementos da cultura brasileira, algo que contribui para a inclusão da juventude em aspectos relacionados a ressignificação da cultura junina, fomentando assim a manutenção de uma tradição. Também, parabenizo a jovem Simone Nascimento e a Senhora Noemia Nascimento pelo empenho e dedicação na criação e desenvolvimento das atividades da Quadrilha, bem como a todos os jovens que de forma brilhante se apresentam dançando o ritmo do forró, com passos marcantes da nossa identidades cultural. Parabéns”, salientou professor Borges.

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quinta-feira, 21 de junho de 2018

IV Caravana do Forró do Colégio Estadual Professor Edgard Santos

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No ano que comemora o seu quadragésimo aniversário de fundação, o Colégio Estadual Professor Edgard Santos (CEPES), localizado na cidade de Governador Mangabeira, realizou a IV edição da Caravana do Forró, momento em que os estudantes, professores e funcionários se reúnem para manter viva a tradição da festa de São João, a base de muito forró e comidas típicas.
A abertura do evento foi realizada através da apresentação da quadrilha junina da ASCULT – Associação Cultural de Tocos I, composta por jovens da própria comunidade, dentre eles estudantes do CEPES, sendo coordenada pela secretária da mencionada instituição: Simone Nascimento da Silva. Em seguida foi a vez da apresentação da banda PH 10, proporcionando aos presentes um bom forró. Posteriormente, um casal de cada turma desfilou caracterizado com roupas juninas. E finalizando a Caravana do Forró do CEPES de 2018, a banda PH 10 voltou a se apresentar, animando todas as pessoas presentes com um delicioso forró.
O evento foi organizado pela área de linguagens e artes, coordenada pela professora Daniela Rodrigues, contando com o total apoio do corpo diretivo, demais professores e os funcionários da unidade de ensino. Para Rodrigues, “a caravana foi um sucesso, uma verdadeira aula de valorização da cultura junina, ao passo que agradeço a todos e a todas que contribuíram para a realização desse significativo evento”.
Já a diretora do CEPES, a professora Rita de Cássia Santana, salienta que: “os estudantes estão de parabéns pelo comportamento durante o evento e pela contribuição para realização das atividades, bem como, aos professores pela organização e a aos funcionários pelo apoio no desenvolvimento da IV Caravana do Forró, demonstrando o compromisso do CEPES com a valorização da cultural popular, relacionado o lúdico com práticas pedagógicas, contemplando assim, uma trajetória de sucesso de 40 anos de nossa instituição. Parabéns a todos e a todas”.
 
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