A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (19), em Nova York, que as respostas equivocadas dadas por alguns paĆses Ć crise mundial podem agravar a situação das mulheres em todo mundo. Dilma nĆ£o detalhou que medidas considera equivocadas, mas ressaltou que a pobreza no Brasil atinge mais as mulheres.
"Apesar de alguns avanƧos notĆ”veis, a desigualdade permanece em pleno sĆ©culo 21. SĆ£o as mulheres que mais sofrem com a pobreza extrema, com o analfabetismo, com as falhas do sistema de saĆŗde, com os conflitos e com a violĆŖncia sexual. Em geral, as mulheres recebem salĆ”rios menores pela mesma atividade profissional e tĆŖm presenƧa reduzida nas principais instĆ¢ncias decisórias", disse Dilma durante o Colóquio de Alto NĆvel sobre a Participação PolĆtica de Mulheres, diĆ”logo promovido pela ONU Mulher, agĆŖncia das NaƧƵes Unidas dedicada Ć mulher.
"A crise econÓmica e as respostas equivocadas a ela podem agravar esse cenÔrio, intensificando a feminização de pobreza", destacou a presidenta. Por isso, combater as consequências e também as causas da crise é essencial para o empoderamento das mulheres", ressaltou a presidenta.

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