quinta-feira, 15 de março de 2018

Alunos da Escola São Luís vão ao cinema assistir o filme Pantera Negra



Na última segunda-feira (12/03), os alunos das turmas do primeiro ano do ensino médio da Escola São Luís – Muritiba foram ao cinema (Shopping América Outlet – Feira de Santana) para assistir ao filme Pantera Negra. A iniciativa da atividade foi do Professor Borges, que leciona a disciplina Histórias nas citadas turmas, a atividade contou com o total apoio da direção e coordenação da escola. Além do professor Borges, participaram dessa significativa prática pedagógica o professor Paulo Ricardo e as professoras Joicemary e Manuela.
A ideia principal da atividade consistiu em proporcionar aos estudantes uma reflexão acerca da construção cinematográfica de um herói negros, bem como a discussão de temáticas relacionadas ao continente africano como: mitos africanos e o respeito pela  ancestralidade, reinos africanos, a força da mulher e colonização africana no século XIX, além de aspectos relacionados aos avanços tecnológicos.
O filme Pantera Negra, conta a história de T’Challa (Chadwick Boseman), um jovem príncipe prestes a assumir o trono deixado por seu pai. Junto com a responsabilidade de ser rei, vem a responsabilidade de receber os poderes do herói Pantera Negra, passado também entre gerações da família real.
T’Challa lidera a nação fictícia Wakanda, localizada na África. Um país rico que conjuga o respeito à natureza e às tradições com um avançado desenvolvimento tecnológico.
Questões políticas e ideológicas incrementam a narrativa, que vai além da clássica jornada de queda e ascensão do herói. “O filme traz a grande contribuição de mostrar a diversidade das pessoas negras, expressa nos figurinos coloridos e variados, nas paisagens urbanas cosmopolitas conjugadas com áreas de paisagem natural, sem criar hierarquias batidas entre rural e urbano”, defende Giovana Xavier, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
“É um prato cheio para o professor aplicar a lei 10.639” (sobre a obrigatoriedade de trabalhar a história e a cultura afro-brasileira nas escolas), afirma a professora Ariane Cristina Neves, da EMEF Professora Ana Maria Alves Benetti, em São Paulo.
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